Início BACANA NEWS Depois do atentado contra Paulo 6º, segurança do papa evoluiu

Depois do atentado contra Paulo 6º, segurança do papa evoluiu

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Foto: Edison Veiga

Um homem vestido como padre aproximou-se do papa Paulo VI e o feriu, com faca, na jugular, em 27 de novembro de 1970, há exatos 50 anos. Quase foi assassinado, ao desembarcar no aeroporto de Manila, nas Filipinas, enquanto era cumprimentado por religiosos e autoridades.

Em 13 de maio de 1981, pouco mais de 10 anos, foi a vez de João Paulo II. Militante de um grupo acusado de terrorismo, um atirador turco alvejou o papa na barriga, em plena Praça São Pedro, no Vaticano.

Depois desse e de outros incidentes, foram adaptados veículos, como os papamóveis blindados, inaugurados por João Paulo II após seu atentado, para que o sumo pontífice possa trafegar com segurança em meio a multidões.

Atualmente, na Guarda Suíça integram cinco oficiais, 26 sargentos e cabos e 78 soldados. Também a Guarda Gendarmeria tem cerca de 130 agentes. Sua nomenclatura atual é recente, datando de 2002.

Quando um papa viaja para fora do território italiano, agentes da Gendarmeria acompanham a excursão. Mas há também reforços da respectiva polícia federal do país anfitrião.

Até o ano 2000, o acesso à Praça São Pedro e à basílica era muito simples e rápido. A segurança foi reforçada para as comemorações do Grande Jubileu, naquele ano.