Três Graças: A Nova Aposta da TV Globo no Horário Nobre

A Chegada de Três Graças à TV Globo
Em outubro de 2025, a TV Globo confirmou a estreia de Três Graças como sucessora de Vale Tudo, trazendo ao público uma trama criada pelo renomado autor Aguinaldo Silva. A novela marca o retorno do escritor à emissora após anos de afastamento e promete abordar temas sociais relevantes como desigualdade, justiça e ambição.
A história gira em torno de três gerações de mulheres fortes da comunidade da Chacrinha, lideradas por Gerluce, interpretada por Sophie Charlotte. A protagonista encontra uma grande quantia de dinheiro escondida em uma estátua das Três Graças na mansão de Arminda, criando um dilema moral que move toda a narrativa.
O Elenco e as Participações Especiais
Romulo Estrela, Grazi Massafera e Murilo Benício foram reaproveitados para compor o elenco de Três Graças, com Massafera e Benício interpretando os antagonistas principais. Marcelo Serrado fará uma participação especial ao reviver Crô, figura que marcou época em Fina Estampa, trazendo humor e nostalgia para a trama. A previsão é que Crô apareça pela primeira vez em Três Graças na última semana de janeiro.
A confirmação do cantor Belo no elenco marca sua estreia nas telenovelas, gerando grande expectativa entre o público. Viviane Araújo também integra o elenco, interpretando a ex-mulher do personagem de Belo.
A Audiência e os Desafios da Nova Novela
A trama de Gerluce acumula média de 21,0 pontos na Grande São Paulo, números que preocupam a emissora. Isso representa uma queda de 2,32% em relação ao remake de Vale Tudo. A novela foi encurtada de 197 para 179 capítulos, pois a Globo quer evitar um possível cansaço com novelas mais longas para se adequar ao atual gosto do público.
O Simbolismo das Três Graças
Na mitologia grega, as Graças ou Cárites são as deusas do banquete, da concórdia, do encanto, da gratidão, da prosperidade familiar e da sorte. As três figuras representam Eufrosina, Aglaia e Tália, filhas de Zeus ligadas respectivamente à alegria, à elegância e à beleza. Na novela, a escultura transcende sua materialidade: ela se converte em símbolo de ambição, mistério e transformação, conectando perfeitamente o elemento mitológico à narrativa contemporânea sobre desigualdade social no Brasil.








