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Simineral completa 13 anos e divulga balanço das atividades no Estado

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Foto: Reprodução

Com informações da assessoria

O Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) completa 13 anos, nesta quarta-feira, 15, e celebra a data divulgando bons números do setor no Estado do Pará, que ocupa, de acordo com os dados, o primeiro lugar no ranking das exportações minerais do Brasil, tendo participação de 33% em volume exportação, deixando para trás Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, entre outros. As informações podem ser acessadas na edição especial do Simineral ON, no site http://simineral.org.br/.

O bom desempenho paraense movimentou mais de 15 bilhões de dólares. No ano passado, foram comercializados 192 milhões de toneladas de minério, cerca de 90% das exportações totais do Pará. China, Malásia e Japão são os maiores mercados consumidores do minério paraense, sendo a China responsável por adquirir, no ano passado, 52% das exportações totais do Pará.

Entre os principais produtos exportados estão o minério de ferro, cobre, manganês, bauxita, caulim, níquel, ouro e silício, além de alumina calcinada, alumínio e ferro gusa.

Os números mostram que, com 48,7%, o Pará é o maior arrecadador de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) do Brasil. Os municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás despontam no cenário brasileiro como os maiores arrecadadores e, juntos, representam 41% de recolhimento de CFEM.

A relevância do setor mineral para o estado cresceu nos últimos anos. De acordo com o presidente, José Fernando Gomes Júnior, a entidade vem trabalhando para que o crescimento do setor tenha cada vez mais resultado no desenvolvimento econômico e social do estado.

“O Pará e a mineração tem um casamento indissolúvel. A mineração está no dia a dia das pessoas. Então, ela é de fundamental importância e está deixando um grande legado. Os municípios onde há mineração são os que mais se destacam. Importante notar que há uma evolução da mineração junto com a legislação que vai sendo criada. Lá atrás não havia, por exemplo, EIA RIMA, audiências públicas, conselho estadual de meio ambiente com representação de toda sociedade, ONG’s, OAB, entidades de classe laboral e patronal, que fazem análises das licenças ambientais para que os projetos possam atuar na região. A mineração é, portanto, cada vez mais sustentável”, defende José Fernando.