sábado, fevereiro 21

O que saber sobre a mpox doença: sintomas, prevenção e respostas de saúde

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Introdução

A mpox doença ganhou atenção global após surtos ampliados em 2022–2023, tornando-se tema relevante para a saúde pública e para a população em geral. Com potencial de transmissão em contatos próximos e impacto sobre serviços de saúde, compreender sinais, formas de transmissão e medidas de prevenção é essencial para reduzir riscos e orientar decisões individuais e coletivas.

O que é a mpox (doença)

Mpox é uma infecção causada por vírus do gênero Orthopoxvirus. Na maioria dos casos, a doença provoca febre, dor de cabeça, linfadenopatia e uma erupção cutânea característica, que progride de manchas para pústulas e crostas. O período de incubação costuma variar entre 5 e 21 dias.

Transmissão e sintomas

A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões, fluidos corporais ou com objetos recentemente contaminados, como roupas e roupa de cama. Em surtos recentes, a transmissão em redes de contato íntimo — incluindo contato sexual — foi um fator importante na disseminação. A transmissão aérea por gotículas exige contato prolongado face a face. Os sintomas mais relatados incluem febre, calafrios, dor de garganta, inchaço dos gânglios linfáticos e erupções que podem ser dolorosas ou pruriginosas.

Resposta de saúde pública e prevenção

Autoridades de saúde têm monitorado casos, oferecido orientações de isolamento para pessoas com erupções e promovido medidas de higiene e redução de contatos próximos enquanto persistirem lesões. Em muitos países, vacinas desenvolvidas contra varíola, como as comercialmente conhecidas por JYNNEOS/Imvamune/Imvanex, foram utilizadas para prevenção em populações de maior risco. Antivirais, como o tecovirimat, têm sido empregados em casos graves ou de risco aumentado, conforme orientação clínica local.

Conclusão

Embora o status de emergência global tenha mudado desde o pico dos surtos, a mpox doença continua relevante: a vigilância, a testagem e a comunicação de sintomas seguem importantes para controlar novas cadeias de transmissão. Pessoas com suspeita de infecção devem buscar orientação médica, isolar-se até que as lesões estejam cicatrizadas e evitar compartilhar objetos pessoais. A tendência é que o manejo combinado de vigilância, vacinação dirigida e acesso a assistência clínica reduza o impacto de novos surtos, mas a atenção contínua das autoridades e da população é necessária para resposta rápida e eficaz.

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