Mpox no Brasil: situação atual, sintomas e prevenção

Introdução
O tema mpox no Brasil ganhou relevância internacional e nacional após surtos observados globalmente. A doença, causada pelo vírus do mpox (anteriormente conhecido como vírus da varíola dos macacos), mobiliza autoridades de saúde por seu potencial de transmissão entre pessoas e pela necessidade de medidas de vigilância, diagnóstico e prevenção. Com atenção pública renovada, entender sinais, formas de transmissão e respostas em saúde pública é essencial para reduzir riscos.
O que é mpox e como se transmite
Definição
Mpox é uma infecção viral que provoca febre, linfonodos aumentados e erupção cutânea característica que progride por estágios. Em 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou o termo “mpox” como denominação preferida.
Formas de transmissão
A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões, fluidos corporais ou material contaminado (roupas, roupa de cama) e por gotículas respiratórias em contato prolongado. A transmissão sexual tem sido um dos modos relatados em surtos recentes, especialmente em redes de contato próximas. A rota de transmissão animal-para-homem é menos frequente, mas possível.
Sinais, diagnóstico e resposta no Brasil
Sintomas e condutas
Os sintomas iniciais incluem febre, cefaleia, dores musculares, aumento de linfonodos e a típica erupção cutânea. A evolução da lesão facilita o diagnóstico clínico, que é confirmado por testes laboratoriais específicos quando disponíveis. As recomendações gerais incluem isolamento do caso até o término do período de transmissibilidade e cuidados de suporte para alívio dos sintomas.
Medidas de saúde pública
No Brasil, sistemas de vigilância epidemiológica monitoram casos suspeitos e confirmados, com ênfase em notificação, rastreamento de contatos e orientação para populações de maior risco. Vacinas desenvolvidas para a varíola tradicional oferecem proteção cruzada e podem ser usadas em situações de risco elevado, conforme determinação das autoridades. Antivirais específicos existem, mas seu uso é regulado e indicado caso a caso.
Conclusão
Mpox no Brasil permanece um tema de vigilância contínua. A melhor estratégia para a população é conhecer os sinais, procurar atendimento médico em caso de sintomas e seguir as orientações de isolamento e prevenção. As ações de saúde pública — testagem, rastreamento de contatos, vacinação dirigida e comunicação clara — são fundamentais para controlar surtos e reduzir impacto. A continuidade da vigilância e da educação em saúde será determinante para eventuais cenários futuros.









