domingo, janeiro 11

Justiça Condena Marcos Harter por Ataques a Mulher nas Redes Sociais

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Condenação recente de Marcos Harter

O ex-BBB Marcos Harter foi condenado em dezembro após fazer postagens ofensivas contra uma mulher nas redes sociais. A juíza condenou Marcos Harter ao pagamento de R$ 25 mil por danos morais. Este caso representa mais um capítulo polêmico na trajetória do cirurgião plástico, que já havia sido expulso do Big Brother Brasil 17 em 2017.

O caso Emily da Silva Costa

Harter foi processado em dezembro de 2024 por Emily da Silva Costa em uma ação de indenização, após postagens com caráter ofensivo à autora. O imbróglio começou em maio de 2024, através do Instagram, quando Emily expôs sua opinião sobre um conteúdo publicado por Marcos Harter, e insatisfeito, o médico respondeu em tom sarcástico e crítico.

A Justiça entendeu que o médico extrapolou os limites ao promover ataques contra a mulher nas redes sociais. A sentença destaca que as expressões utilizadas pelo ex-BBB têm “gravidade inquestionável”, situação agravada pela publicação de uma foto do filho de Emily durante os ataques virtuais. Marcos Harter ironizou sua condição financeira, questionando se ela passava fome.

Histórico de polêmicas

O médico foi expulso do Big Brother Brasil 17 após um episódio de violência contra a participante Emily Araújo, com quem ele mantinha um relacionamento no reality. Marcos acabou indiciado por lesão corporal com base na Lei Maria da Penha e o Ministério Público ofereceu denúncia contra Harter.

Apesar da condenação, Marcos Härter é um cirurgião plástico brasileiro que ganhou notoriedade ao participar do BBB17 e atua em uma clínica na cidade de Sorriso, no Mato Grosso. O médico continua exercendo sua profissão e mantém presença nas redes sociais.

Conclusão e relevância do caso

Esta condenação judicial reforça a importância de coibir comportamentos abusivos nas redes sociais, especialmente quando envolvem ataques pessoais, humilhações e exposição de pessoas vulneráveis, incluindo crianças. O caso de Marcos Harter serve como exemplo de que manifestações públicas ofensivas têm consequências legais, independentemente da notoriedade do agressor. A decisão judicial demonstra que o espaço virtual não é uma zona sem lei e que vítimas de assédio digital podem buscar reparação na Justiça.

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