sábado, janeiro 10

DOE Investe Bilhões na Renascença Nuclear Americana

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DOE Fortalece Segurança Energética com Investimento Histórico

O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) iniciou 2026 com uma estratégia ambiciosa focada em energia nuclear, inteligência artificial e minerais críticos. Em 5 de janeiro de 2026, o DOE anunciou US$ 2,7 bilhões para fortalecer os serviços de enriquecimento doméstico nos próximos dez anos, marcando um investimento histórico na capacidade de combustível nuclear dos EUA.

Prioridades da Administração Trump no Setor Energético

O investimento histórico expande a capacidade dos EUA para urânio de baixo enriquecimento (LEU) e impulsiona novas cadeias de suprimentos e inovações para urânio de alto teor de baixo enriquecimento (HALEU) para criar empregos americanos. A iniciativa visa reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros e posicionar os Estados Unidos como líder global no renascimento nuclear.

O DOE começou 2026 com uma série de anúncios destinados a impulsionar as prioridades da administração em torno de energia nuclear, demanda de energia impulsionada por inteligência artificial e minerais críticos, incluindo uma concessão de US$ 11,5 milhões para a empresa texana de reciclagem Amermin. Além disso, o DOE concedeu US$ 28 milhões adicionais à Global Laser Enrichment para avançar na tecnologia de enriquecimento de urânio de próxima geração.

Reestruturação e Desafios do DOE

Em dezembro, a agência anunciou uma reorganização eliminando o Grid Deployment Office e o Office of Clean Energy Demonstrations, entre outros. Esta reestruturação representa uma das maiores reformas que a agência experimentou na história recente, refletindo uma mudança significativa em relação ao foco climático da era Biden.

Orçamento e Perspectivas Futuras

O orçamento para o DOE não relacionado à defesa é de US$ 16,78 bilhões, incluindo US$ 8,4 bilhões para seu Office of Science e US$ 3,1 bilhões para programas de eficiência energética e energia renovável. O Congresso rejeitou amplamente os cortes drásticos propostos pela administração Trump, mantendo o financiamento em níveis próximos aos atuais.

As mudanças no DOE sinalizam uma nova era para a política energética americana, com ênfase na segurança energética, independência de fornecedores estrangeiros e desenvolvimento de tecnologias nucleares avançadas. O investimento massivo em enriquecimento de urânio posiciona os Estados Unidos para liderar o ressurgimento da energia nuclear como fonte vital para atender à crescente demanda energética nacional.

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