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Debate sobre concessões florestais foi tema de evento da FIEPA

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O Centro das Indústrias do Estado do Pará (CIP), o Conselho Temático de Infraestrutura (Coinfra) e o Conselho Temático de Meio Ambiente (Coema), ambos da FIEPA, promoveram no dia 30 de dezembro uma reunião para debater as concessões florestais, seus desafios e as oportunidades  para o setor no Pará. Participaram empresários, autoridades e representantes do setor produtivo local.

De acordo com levantamento, o setor madeireiro é um dos que mais registrou recuo de desenvolvimento nos últimos anos. Das cerca de 2 mil empresas do segmento, hoje estão ativas somente 300 em todo o Pará. As concessões surgem como estratégicas para modificar esse quadro. Por meio da técnica, ficam estabelecidas regras para a quantidade de árvores que podem ser derrubadas e o período do corte, de modo a favorecer a regeneração da floresta e sua perpetuidade.

Derick Martins, presidente do Coema e da Associação Brasileira das Empresas Concessionárias Florestais (Confloresta), explicou que as concessões tem avançado na região amazônica, mas ainda precisam se desenvolver. “Essa reunião tem como propósito apresentar o que hoje representa a produção florestal legalizada e sustentável e os desafios da agenda setorial. Principalmente com relação aos pontos específicos como revisão de indicadores e, a partir deles, avaliar as perspectivas para o estado e a região”, detalhou Derick.

Entre os empresários presentes Marcos Sato, proprietário da Amazônia Florestal, empresa localizada em Itaituba e Aveiro, falou sobre os benefícios e os desafios do modelo de concessões. “Promover as concessões foi a melhor sacada do estado. Desenvolvemos um trabalho que já está sendo reconhecido internacionalmente, com um grande trabalho sobre as áreas e com grande controle sobre tudo o que é feito na região. Como desafio temos que combater as invasões, o desmatamento e exploração clandestina que provoca um prejuízo ao estado”, completou Sato.