Caso Daiane Alves: O Mistério da Corretora Desaparecida em Caldas Novas

O Desaparecimento que Mobiliza o Brasil
O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, tornou-se um dos casos mais intrigantes dos últimos meses no Brasil. A corretora de imóveis, Daiane Alves Souza, 43 anos, está desaparecida desde dezembro de 2025, após descer até o subsolo do prédio em que mora em Caldas Novas, interior de Goiás. O caso ganhou repercussão nacional devido às circunstâncias misteriosas que envolvem o sumiço, especialmente por ter ocorrido dentro do próprio condomínio onde ela residia.
A importância deste caso transcende a busca por uma pessoa desaparecida. Ele levanta questões fundamentais sobre segurança em condomínios, eficiência de sistemas de vigilância e a necessidade de respostas rápidas das autoridades em situações semelhantes. Para milhares de brasileiros que moram em apartamentos, o caso Daiane Alves representa uma preocupação legítima sobre a proteção dentro de seus próprios lares.
As Circunstâncias do Desaparecimento
Daiane Alves Souza, de 43 anos, não é vista desde 17 de dezembro, quando tentava religar a energia de seu apartamento. Imagens de câmeras de segurança e um vídeo enviado pela própria Daiane a uma amiga mostram seus últimos passos conhecidos. Nas gravações, Daiane aparece mostrando o imóvel sem luz, descendo até a portaria — onde questionou o funcionário sobre a falha elétrica — e conversando com um vizinho no elevador.
As câmeras de segurança registraram a corretora retornando ao elevador e descendo ao subsolo, onde pretendia religar o relógio de energia elétrica. Daiane chegou a iniciar a gravação de um novo vídeo com o celular nesse momento, mas o conteúdo nunca foi enviado à amiga. A partir daí, não houve mais qualquer registro visual ou contato com a corretora.
As Investigações em Andamento
A CNN Brasil apurou que a Delegacia de Caldas Novas investiga o caso de desaparecimento de Daiane. Conforme a Polícia Civil do Goiás, algumas testemunhas já foram ouvidas durante as diligências do caso. A família enfrentou dificuldades com a falta de câmeras em pontos estratégicos do prédio. De acordo com a família, o subsolo possui apenas uma câmera, com imagem limitada. O local para onde Daiane seguiu para religar a energia não possui câmeras. Também não existem imagens dela saindo do prédio ou retornando ao apartamento.
A quebra do sigilo bancário indicou que a mulher não fez movimentações financeiras posteriores ao desaparecimento. Adicionalmente, a família relatou que Daiane vinha enfrentando desavenças com moradores e com a administração do condomínio, situação que resultou em processos judiciais ao longo de 2025. Documentos e vídeos registram episódios de conflitos entre a corretora e membros da gestão condominial, incluindo discussões e até votações para proibir a sua entrada no prédio.
A Mobilização Familiar e o Apelo por Justiça
Familiares e amigos já se mobilizaram em dois atos públicos na cidade onde ocorreu o desaparecimento. Uma nova manifestação está prevista para acontecer em Uberlândia, na Praça Tubal Vilela, nesta sexta-feira (17/1), quando o sumiço de Daiane completa um mês. A mãe de Daiane, Nilse Alves Pontes, tem sido incansável na busca por respostas.
O caso permanece sob investigação da Polícia Civil de Goiás e representa um alerta para toda a sociedade sobre a importância de sistemas de segurança eficientes e da agilidade investigativa. Para a família de Daiane, cada dia sem respostas representa uma angústia indescritível, tornando urgente a necessidade de esclarecimentos sobre o paradeiro da corretora.







