Início BLOG DO BACANA Bolsonaro tem 45,8% de avaliação negativa em pesquisa desenvolvida pelo Instituto Acertar

Bolsonaro tem 45,8% de avaliação negativa em pesquisa desenvolvida pelo Instituto Acertar

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Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Instituto de Pesquisas Acertar, realizou pesquisa no período de 4 a 8 de janeiro de 2021, com a intenção de avaliar o nível de satisfação do eleitor belenense em relação ao governo do Presidente Jair Bolsonaro e do Governador Helder Barbalho. Dessa forma, fechando uma série temporal de acompanhamento das duas administrações. Foram ouvidas por telefone, 467 pessoas de ambos os sexos, moradoras dos oito Distritos Administrativos (DABEL, DABEN, DASAC, DAGUA, DAICO, DAENT, DAMOS, DAOUT), que compõem o município de Belém. A margem de erro da pesquisa é de 4,6% e o intervalo de confiança é de 95,0%.

Do conjunto de entrevistados pela pesquisa 19,8% avaliaram a administração Bolsonaro de forma positiva, sendo que (5,3% ótima e 14,5% boa). Responderam que a administração Bolsonaro está regular, 33,5% e para 45,8% dos entrevistados a administração Bolsonaro é avaliada de forma negativa, sendo que (7,5% ruim e 38,3% disseram que está péssima). Dos entrevistados, 0,9% preferiram não expressar suas opiniões. Em todo o período pesquisado, observa-se que os mais insatisfeitos com a administração Bolsonaro, são pessoas mais jovens com 16 a 24 e 25 a 34 anos, que ganham de 1 a 3 salários mínimos e que têm o ensino médio ou superior.

Em seguida foi solicitado que os entrevistados respondessem quais as expectativas futuras para o governo Bolsonaro e 32,6% acreditam que o governo Bolsonaro irá melhorar nos próximos meses, 35,7% estão pessimistas e acreditam que irá piorar e 30,4% responderam que irá continuar como está. Dos entrevistados 1,3% preferiram não manifestar suas opiniões. Os dados da pesquisa apontam que de cada grupo de 100 pessoas, 36 acreditam que o governo deve melhorar.

Quando solicitados que apresentassem as prioridades do governo federal para o ano de 2021, os resultados do estudo apontaram que o governo deve priorizar o combate a pandemia/acelerar o processo de liberação de vacina, foi o que responderam 37,4% das pessoas indagadas pela pesquisa; a geração de empregos ficou em segundo lugar, representado por 15,4% das citações, a assistência social/apoio as pessoas carentes, aparece em terceiro lugar com 10,1%, investir na saúde pública/liberar recursos é a quarta demanda, com 8,8% e por fim, controlar a inflação/o preço dos alimentos com 6,2% das citações. Essas foram as principais demandas solicitadas pelas pessoas que participaram do estudo.