terça-feira, janeiro 20

Cerro de Pasco Resources: Transformação Sustentável da Mineração Histórica do Peru em 2025

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Revolução na Mineração Sustentável

A Cerro de Pasco Resources (CDPR) está revolucionando a mineração no Peru através de uma abordagem de economia circular, focando no reprocessamento sustentável de rejeitos históricos de mineração.

O distrito de mineração de Cerro de Pasco, em operação desde os anos 1600, é um dos centros de mineração polimetálica mais ricos do mundo. Ao longo dos séculos, as operações geraram mais de 150 milhões de toneladas de rejeitos e resíduos mineralizados.

Resultados Financeiros e Avanços Estratégicos

Em 30 de julho de 2025, a CDPR anunciou seus resultados financeiros auditados para o ano encerrado em março de 2025, fortalecendo significativamente sua posição financeira após o realinhamento estratégico da venda de ativos não essenciais, resultando em lucro líquido de $24,6 milhões. A empresa está agora bem capitalizada para avançar com seu projeto mundial de rejeitos Quiulacocha.

Impacto Ambiental e Social

A missão da empresa é recuperar metais valiosos – prata, zinco, chumbo, cobre e minerais críticos – enquanto limpa passivos ambientais históricos. Essas melhorias ambientais abordam alguns dos legados de mineração mais desafiadores do Peru.

A CDPR priorizou o engajamento transparente e construtivo com as comunidades locais, particularmente a comunidade Quiulacocha. A empresa mantém diálogo contínuo com a comunidade, apoiado por acordos formais de direitos de superfície, incluindo consultas regulares sobre desenvolvimento de projetos e gestão ambiental.

Perspectivas Futuras

O Projeto de Armazenamento de Rejeitos Quiulacocha pode ser reprocessado usando flotação simples para extrair prata, zinco, chumbo, cobre e ouro, com lucro estimado de $50 por tonelada ou $3,1 bilhões ao longo da vida útil da mina. Descobertas recentes de gálio no depósito podem aumentar os lucros anuais de $145 milhões para $700 milhões.

A CDPR planeja completar um estudo de viabilidade de $9,3 milhões até o primeiro trimestre de 2026 para otimizar a recuperação e economia antes de iniciar a produção. O projeto criará empregos e financiará educação, além de remediar questões ambientais para a comunidade local de 67.000 pessoas.

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