Salário Mínimo 2026: Novo Valor de R$ 1.621 Entra em Vigor no Brasil

Novo Valor do Salário Mínimo em 2026
O novo salário mínimo para 2026, no valor de R$ 1.621, entrou em vigor em 1º de janeiro, representando um reajuste de R$ 103, ou 6,79% em relação aos R$ 1.518 de 2025. O Decreto nº 12.797/2025 oficializou o reajuste do salário mínimo, que é a menor remuneração que uma empresa deve pagar aos trabalhadores formalizados no país.
Como o Reajuste é Calculado
O cálculo para aumento do salário mínimo considera o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de novembro, que cresceu 4,18% no acumulado de 12 meses, além do crescimento da economia de 2 anos anteriores, sendo que para 2026 o cálculo considerou o PIB de 2024, que cresceu 3,4%. O arcabouço fiscal estabelece uma trava de que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.
Valores Diário e Por Hora
O valor diário do salário mínimo corresponde a R$ 54,04, e o valor horário, a R$ 7,37. Esses valores são fundamentais para o cálculo de remunerações proporcionais e para garantir os direitos trabalhistas de milhões de brasileiros.
Impacto na Economia e nos Benefícios Sociais
Cerca de 62 milhões de brasileiros recebem o salário mínimo, e com o reajuste para R$ 1.621, o incremento na economia será de R$ 81,7 bilhões. O reajuste não se reflete apenas nos salários dos trabalhadores ativos, mas também nas aposentadorias, pensões e demais benefícios do INSS e no abono salarial e benefícios assistenciais como o Benefício de Prestação Continuada.
Consequências para as Empresas
Com o novo valor, empregadores precisarão recalcular itens como FGTS, INSS patronal, férias, 13º salário, adicionais e horas extras. Micro e pequenas empresas tendem a sentir maior impacto, especialmente aquelas com grande número de funcionários remunerados pelo mínimo.
Conclusão
Este é o quarto ano seguido em que o Brasil apresenta ganho real do salário mínimo, demonstrando o compromisso do governo com a valorização dos trabalhadores e a redução das desigualdades sociais. O novo valor de R$ 1.621 fortalece o poder de compra das famílias brasileiras e impulsiona o consumo interno, ao mesmo tempo em que exige adaptação das empresas para atender às novas obrigações trabalhistas.









